O DIREITO CONSTITUCIONAL À EDUCAÇÃO INCLUSIVA E À ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL DE DISCENTES CEGOS NAS IES BRASILEIRAS: 10 ANOS DE LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO

Autores/as

  • João Estevão Silveira Filho
  • Nelson Camatta Moreira

Palabras clave:

acessibilidade, LBI, ensino, inclusão, deficiência visual

Resumen

O presente artigo examina o direito constitucional à educação inclusiva e a efetividade da acessibilidade comunicacional prevista na Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) nas Instituições de Ensino Superior brasileiras, com foco nos discentes cegos. Procurou-se responder a seguinte questão: como a persistência de barreiras comunicacionais comprometem o ingresso, a permanência e o êxito desses estudantes. A hipótese é a de que a falta de acessibilidade comunicacional pode configurar violação ao princípio constitucional da igualdade e limita a função social da universidade no que diz respeito ao direito à educação superior de qualidade a todos os discentes. Foi feita uma revisão bibliográfica. Concluiu-se que, apesar dos avanços normativos, as IES ainda não garantem condições adequadas de acessibilidade comunicacional para ingresso, permanência e êxito dos alunos cegos, o que demanda políticas institucionais efetivas e participação ativa desses estudantes na formulação das soluções.

Publicado

2025-12-08

Cómo citar

Estevão Silveira Filho, J. ., & Camatta Moreira, N. . (2025). O DIREITO CONSTITUCIONAL À EDUCAÇÃO INCLUSIVA E À ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL DE DISCENTES CEGOS NAS IES BRASILEIRAS: 10 ANOS DE LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO. Revista Científica De Educação, 10(1), 141–154. Recuperado a partir de https://seer.facmais.edu.br/rc/index.php/RCE/article/view/406